quarta-feira, novembro 22, 2006

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Porque alguns animais demonstram inteligência?

O comportamento incomum de orangotangos em um pântano de Sumatra sugere uma resposta surpreendente

Poucos duvidam de que os seres humanos sejam as criaturas mais inteligentes do planeta. Muitos animais têm habilidades cognitivas especiais, que lhes permitem se dar bem em seus hábitats particulares, mas eles não resolvem problemas novos muito freqüentemente. Alguns fazem isso, e nós os consideramos inteligentes, mas nenhum é tão perspicaz quanto nós.

O que favoreceu a evolução de uma capacidade cerebral tão distinta nos nossos ancestrais hominídeos? Uma maneira de tentar responder a pergunta é examinar os fatores que podem ter moldado outras criaturas que demonstram grande inteligência e ver se essas mesmas forças teriam operado em nossos antecessores. Várias aves e mamíferos, por exemplo, são muito melhores em resolver problemas que elefantes, golfinhos, papagaios, corvos. Mas a pesquisa com nossos parentes mais próximos, os grandes macacos, certamente tende a ser reveladora.

Os acadêmicos propõem várias explicações para a evolução da inteligência dos primatas, linhagem à qual pertencem humanos e os grandes primatas (ao lado de outros macacos, os lóris e os lêmures). No entanto, nos últimos 13 anos, nossos estudos com orangotangos inesperadamente produziram uma nova explicação.

Uma tentativa de explicar a inteligência dos primatas credita o desenvolvimento de habilidades cognitivas fortes à complexidade da vida social. Tal hipótese, conhecida como "inteligência maquiavélica", sugere que o sucesso na vida social se fia no cultivo das amizades mais lucrativas e na leitura rápida das situações sociais. As demandas da sociedade favorecem a inteligência porque as criaturas mais inteligentes seriam as mais bem-sucedidas em se autoproteger e, portanto, em passar seus genes para a próxima geração. Características maquiavélicas, no entanto, podem não ser benéficas para outras linhagens, ou mesmo para todos os primatas, de modo que essa idéia, por si só, não é satisfatória.

É possível imaginar outras forças que promoveriam a evolução da inteligência, como a necessidade de dar duro para obter comida. Seria vantajosa a capacidade de descobrir com habilidade alimentos escondidos ou de lembrar a localização de fontes essenciais de comida. Essa esperteza seria recompensada com a passagem de mais genes para a geração seguinte.

Minha própria explicação, que não é incompatível com as outras, põe ênfase no aprendizado social. Entre os humanos, a inteligência se desenvolve ao longo do tempo. Uma criança aprende primariamente por meio da orientação de adultos pacientes. Sem estímulos sociais - ou seja, culturais fortes, mesmo uma potencial criança-prodígio terminará um adulto inepto. Hoje temos evidências de que esse processo de aprendizado social se aplica também aos grandes macacos, e eu acredito que, via de regra, os animais inteligentes são os culturais: eles aprendem uns com os outros soluções inovadoras para problemas ecológicos ou sociais. Em resumo, a cultura promove a inteligência.

Cheguei a essa proposta circunstancialmente, observando orangotangos nos pântanos da costa oeste da ilha de Sumatra, Indonésia. O orangotango é o único grande primata da Ásia, confinado às ilhas de Bornéu e Sumatra e famoso por seus hábitos solitários. Se comparado ao chimpanzé africano, esse macaco ruivo é sereno em vez de hiperativo, e socialmente reservado em vez de sociável. Ainda assim, descobrimos nele as condições que permitem o florescimento da cultura.

No começo, ficamos atraídos pelo pântano porque ele abrigava números desproporcionalmente altos de orangotangos - diferentemente das florestas secas da ilha, o hábitat úmido do pântano fornece comida em abundância para os macacos o ano todo, e pode ser usado para sustentar uma população grande.

Uma das nossas primeiras descobertas nos impressionou: os orangotangos criavam e usavam uma ampla variedade de ferramentas. Embora esses macacos ruivos sejam ávidos usuários de ferramentas em cativeiro, isso não costuma ocorrer entre animais selvagens. Mas os animais em Suaq são uma exceção impressionante. Eles confeccionam suas ferramentas com dois objetivos principais. Primeiro, para apanhar formigas, cupins e, sobretudo, mel (principalmente de abelhas sem ferrão) - muito mais do que orangotangos em outras regiões. Eles freqüentemente observam os troncos de árvore, prestando atenção ao tráfego aéreo para dentro e para fora de pequenos buracos.

Uma vez descobertos, os buracos se tornam foco de inspeção, primeiro visual e depois manual. Geralmente o dedo do orangotango não é comprido o bastante, e o animal prepara uma ferramenta com um graveto. Depois de inseri-la com cuidado, ele delicadamente a move para frente e para trás, então a retira, lambe e volta a enfiá-la no tronco. A maior parte dessa "manipulação" é feita com a ferramenta presa entre os dentes; somente os instrumentos maiores, usados para quebrar pedaços de ninhos de cupim, são manuseados.

O segundo contexto em que esses macacos usam ferramentas diz respeito ao fruto da Neesia. Essa árvore produz cápsulas lenhosas, pentagonais, de até 25 cm de comprimento 10 cm de largura. As cápsulas são recheadas de sementes marrons do tamanho de favas que, por conterem quase 50% de gordura, são altamente nutritivas - uma guloseima rara e muito procurada num ambiente natural sem fast-food. A árvore protege seus frutos criando uma casca muito dura. Quando as sementes estão maduras, a casca começa a rachar; as aberturas aumentam gradualmente, expondo as fileiras de sementes, que desenvolveram belos ligamentos vermelhos (polpa) que contêm até 80% de gordura. Para desencorajar os predadores, uma massa de espinhos afiados preenche a casca.

Os orangotangos em Suaq tiram a casca de ramos de árvore curtos e retos, que eles seguram na boca e inserem nas aberturas nos frutos. Ao mexer a ferramenta para cima e para baixo, separam as sementes de seus talos. Depois dessa manobra, jogam as sementes direto na boca. No final da estação, os orangotangos comem somente a polpa vermelha, usando a mesma técnica para alcançá-la sem se ferir.

Ambos os métodos de modificar gravetos para buscar comida são disseminados em Suaq. No geral, a "pescaria" em buracos nas árvores é ocasional e dura apenas alguns minutos, mas quando os frutos da Neesia se abrem, os macacos dedicam a maior parte do seu dia a extrair as sementes ou a polpa, e nós os vemos ficarem mais gordos e lustrosos a cada dia.

Influência Cultural
O que explica essa curiosa concentração do uso de ferramentas quando orangotangos selvagens em outros lugares mostram propensão tão baixa a ele? Duvidamos que os animais em Suaq sejam mais inteligentes: a observação de que a maioria dos membros da espécie em cativeiro é capaz de aprender a usar ferramentas sugere que a capacidade cerebral básica para fazê-lo está presente. A resposta poderia estar no seu ambiente. Os orangotangos estudados anteriormente viviam, em sua maior parte, em florestas de terra firme, e o pântano fornece um hábitat unicamente luxuriante. Mais insetos fazem seus ninhos em buracos nas árvores ali que nas florestas secas, e a Neesia só cresce em lugares úmidos perto de água corrente.

Por mais tentadora que soe a explicação ambiental, no entanto, ela não esclarece por que os orangotangos de várias populações fora de Suaq ignoram essa mesma riqueza de recursos alimentares. Tampouco justifica por que algumas populações que comem as sementes as colhem sem ferramentas (ingerindo, por conseqüência, muito menos que os orangotangos de Suaq). O mesmo é verdade para as ferramentas usadas em buracos de árvore. Hábitats de montanha são bastante comuns ao longo da zona de distribuição geográfica dos orangotangos; então, se é possível usar ferramentas nas áreas acima do pântano, por que não em todo lugar?

Também pensamos no velho adágio "a necessidade é a mãe da invenção". Como os animais de Suaq vivem numa densidade demográfica alta, competem muito mais por alimentos. Conseqüentemente, muitos ficariam sem comida a menos que pudessem acessar os suprimentos difíceis de serem alcançados - ou seja, eles precisam usar ferramentas para poder comer. O argumento mais forte contra essa possibilidade é que alimentos doces ou gordurosos que as ferramentas tornam acessíveis são os preferidos dos orangotangos e, portanto, deveriam ser procurados por esses animais em todo lugar. Por exemplo, os macacos ruivos em várias partes se submetem a sucessivas picadas de abelha para obter seu mel. Então, a idéia de necessidade tampouco pára em pé.

Uma possibilidade diferente é que esses comportamentos sejam técnicas inovadoras que alguns orangotangos espertos inventaram. Elas se espalharam e persistiram na população porque outros indivíduos as aprenderam de tanto observar esses especialistas. Em outras palavras, o uso de ferramentas é cultural. Um grande obstáculo ao estudo da cultura na Natureza, no entanto, é que, ao barrar a introdução de experimentos, não é possível demonstrar de forma convincente que o animal observado está inventando um truque novo e não simplesmente aplicando um hábito antigo, mas que não é praticado freqüentemente. Tampouco podemos provar que um indivíduo aprendeu uma nova habilidade de outro membro do grupo em vez de descobri-la sozinho. Embora possamos mostrar que orangotangos em laboratório são capazes de observar e aprender socialmente, esses estudos não nos dizem nada sobre a cultura na Natureza - nem por que ela surge ou quanto dela existe. Então, pesquisadores de campo tiveram de desenvolver um sistema de critérios para demonstrar que um dado comportamento tem base cultural.

Primeiro, o comportamento deve variar geograficamente, e dar mostras de ter sido criado em algum lugar, e deve ser comum no local onde foi descoberto, isto é, espalhou-se e persistiu numa população. Os usos de ferramentas em Suaq passam facilmente nos dois primeiros testes. O segundo passo é eliminar explicações mais simples que produzem o mesmo padrão espacial, mas sem envolver aprendizado social. Nós já excluímos uma explicação ecológica, na qual indivíduos expostos a um dado hábitat desenvolvem independentemente a mesma habilidade. Podemos eliminar também a genética, porque a maioria dos orangotangos cativos também é capaz de aprender a usar ferramentas.

O terceiro teste, e o mais revelador, é que deveríamos encontrar distribuições geográficas comportamentais passíveis de ser explicadas pela cultura e que não são facilmente esclarecidas de outra forma. Um padrão-chave seria a presença de um comportamento em um lugar e sua ausência além de dada barreira de dispersão. No caso dos usuários de ferramentas de Suaq, a distribuição geográfica da Neesia nos dá pistas decisivas. As árvores (e os orangotangos) existem em ambos os lados do largo rio Alas. No entanto, no pântano Singkil, imediatamente ao sul de Suaq e no mesmo lado do rio, o chão era coalhado de ferramentas, enquanto no pântano Batu-Batu, do outro lado do rio, elas eram ausentes, apesar de nossas inúmeras visitas em anos diferentes.

Em Batu-Batu, descobrimos que muitos dos frutos haviam sido abertos - prova de que os orangotangos ali comiam sementes de Neesia do mesmo jeito que seus colegas em um sítio chamado Gunung Palung, na distante Bornéu -, mas de forma completamente distinta da de seus primos do outro lado do rio, em Singkil.

Batu-Batu é uma área pantanosa pequena, assim comporta um número limitado de orangotangos. Não sabemos se o uso de ferramentas nunca foi inventado ali, ou se não pôde se manter numa população menor, mas sabemos que migrantes vindos do outro lado do rio nunca poderiam tê-lo trazido, porque o Alas é tão largo que é impossível para um orangotango atravessá-lo. Onde se pode passar, a Neesia cresce ocasionalmente, mas os orangotangos ignoram-na por completo, aparentemente sem ter conhecimento dessa riqueza. Uma interpretação cultural, portanto, é a explicação mais parcimoniosa para a justaposição inesperada de hábeis usuários de ferramentas e coletores brutos vivendo praticamente lado a lado.

Proximidade Tolerante
Por que vemos essas formas sofisticadas de uso de ferramentas em Suaq e não em outros locais? Para abordar essa questão, primeiro fizemos comparações detalhadas entre os sítios nos quais os orangotangos haviam sido estudados. Descobrimos que, mesmo quando excluíamos o uso de ferramentas, Suaq tinha o maior número de inovações disseminadas pela população. Essa descoberta provavelmente não é um artefato do nosso próprio interesse em comportamentos incomuns, porque outros sítios receberam muito mais atenção de cientistas ansiosos por descobrir inovações comportamentais aprendidas socialmente.

Imaginamos que populações cujos indivíduos tinham mais oportunidades de observar uns aos outros em ação apresentariam diversidade maior em habilidades aprendidas do que populações que oferecessem menos oportunidades do gênero. E, de fato, conseguimos confirmar que sítios nos quais os indivíduos passavam mais tempo com os outros têm um repertório maior de inovações aprendidas - relação que vale também para chimpanzés . Essa ligação era mais forte para comportamentos relacionados à comida, o que faz sentido, uma vez que obter técnicas alimentares de alguém requer observações mais cuidadosas do que, digamos, captar um sinal banal de comunicação.

Quando olhamos de perto para os contrastes entre os sítios, percebemos algo mais. Bebês orangotangos em toda parte passam mais de 20 mil horas diurnas em contato próximo com a mãe, agindo como aprendizes entusiasmados. Em Suaq, no entanto, vimos também adultos passando um tempo considerável juntos enquanto procuravam comida. Diferentemente de qualquer outra população de orangotangos estudada até agora, eles até mesmo se alimentavam do mesmo item, geralmente ramos cheios de cupins, e dividiam comida - a carne de lóris, por exemplo. A proximidade e a tolerância pouco ortodoxas permitiam a adultos menos hábeis chegar perto o suficiente para observar métodos de obtenção de comida, algo que eles faziam tão avidamente como as crianças.

Aprender algumas invenções que demandam nível maior de cognição, como o uso de instrumentos, provavelmente requeira maior proximidade com indivíduos- proficientes, bem como vários ciclos de observação e prática. A implicação dessa necessidade é que mesmo que os bebês aprendam virtualmente todas as habilidades da mãe, uma população só será capaz de perpetuar inovações específicas se houver professores tolerantes, que não sejam as mães, por perto; se mamãe não é particularmente habilidosa, especialistas estarão disponíveis, e um jovem ainda poderá aprender as técnicas sofisticadas que aparentemente não vêm de forma automática. Assim, quanto mais conectada for a rede social, maior será a probabilidade de o grupo reter uma habilidade inventada, de forma que, no final, populações tolerantes mantenham um número maior desses comportamentos.

Nosso trabalho com animais selvagens mostra que o aprendizado na Natureza, mais do que simples condicionamento, pode ter um componente social, ao menos em primatas. Em comparação, a maioria dos experimentos de laboratório que investigam como os animais aprendem têm como objetivo revelar as habilidades individuais de aprendizado do sujeito. De fato, se o quebra-cabeça do psicólogo de laboratório fosse apresentado em condições naturais, onde uma miríade de estímulos compete por atenção, o sujeito poderia nunca se dar conta de que um problema aguardava solução. Na Natureza, ações dos animais mais sabidos da comunidade serve para concentrar a atenção dos mais ingênuos.

Raízes da Inteligência
Nossas análises de orangotangos sugerem que a cultura - aprendizado social de habilidades especiais - não só promove a inteligência como favorece a evolução de uma inteligência cada vez maior na população com o passar do tempo. Diferentes espécies variam muito nos mecanismos que permitem a seus indivíduos aprender uns com os outros, mas experimentos formais confirmam a forte impressão que se tem com a observação de grandes primatas na Natureza: eles são capazes de aprender ao observar o que os outros fazem.

Assim, quando um orangotango selvagem ou um grande macaco africano exibem um comportamento cognitivamente complexo, eles o adquiriram por meio da mistura de aprendizado observacional e prática individual, mais ou menos como uma criança humana refina suas próprias habilidades. E, quando um orangotango em Suaq adquiriu mais truques do que seus primos menos sortudos em outros lugares, ele o fez porque teve oportunidades maiores de aprendizado social. Em resumo, o aprendizado social pode catapultar o desempenho intelectual de um animal a um plano mais elevado.

Para apreciar a importância de estímulos sociais para a evolução de uma inteligência cada vez maior, imagine um indivíduo que cresce sem nenhum incentivo social e, ainda assim, recebe todo abrigo e comida de que necessita. A situação é equivalente àquela em que não existe nenhum contato entre as gerações ou em que os jovens se viram sozinhos depois que saem do ninho. Agora, imagine que alguma fêmea nessa espécie invente uma habilidade útil - por exemplo, como abrir uma noz. Ela se dará bem e provavelmente terá mais filhotes do que outras na população. A menos que a habilidade seja transferida para a geração seguinte, ela desaparecerá para sempre quando essa fêmea morrer.

Agora, imagine uma situação na qual os filhotes acompanham a mãe durante algum tempo antes de se virar sozinhos. A maioria aprenderá a nova técnica com a mãe e, assim, irá transferi-la para a próxima geração. Esse processo geralmente aconteceria em espécies de desenvolvimento lento e associação longa entre um dos pais e a prole, mas teria um impulso forte se vários indivíduos formarem grupos socialmente tolerantes.

Para animais desse tipo que vivem em sociedades tolerantes, a seleção natural tenderá a recompensar mais um ligeiro aprimoramento na capacidade de aprender através da observação que um aumento similar na capacidade de inovar. Isso porque, em uma sociedade assim, um indivíduo pode se apoiar nos ombros daqueles da geração presente e das passadas. Esperamos, então, ver um círculo virtuoso, no qual os animais sejam capazes de se tornar mais inovadores e desenvolver melhores técnicas de aprendizado social, atividades conhecidas como subjacentes à inteligência. Então, ser cultural predispõe uma espécie com algumas capacidades inovadoras a evoluir na direção de uma inteligência cada vez maior. O que nos traz à nova explicação para a evolução cognitiva.

Essa nova hipótese ajuda a entender um fenômeno que de outra forma seria intrigante. No século passado, muitas pessoas criaram filhotes de grandes primatas como se fossem crianças humanas. Os assim chamados macacos aculturados adquiriram um conjunto surpreendente de habilidades e imitavam sem esforço comportamentos complexos. Eles entendiam, por exemplo, o sentido de apontar algo e até mesmo alguma coisa da linguagem humana, criando desenhos e tornando-se pregadores de peças bem-humorados. Experimentos realizados por E. Sue Savage-Rumbaugh, da Universidade Estadual da Geórgia, com o bonobo Kanzi, revelaram habilidades lingüísticas impressionantes.

Embora muitas vezes desprezados por falta de rigor científico, esses casos consistentemente replicados revelam o potencial cognitivo incrível que jaz adormecido nos grandes primatas. Podemos não apreciar por inteiro a complexidade da vida na selva, mas acredito que esses macacos aculturados realmente se tornaram superqualificados. Num processo que abarca a história da evolução humana, um grande macaco criado como humano pode ser elevado a picos cognitivos mais altos do que os de qualquer um de seus colegas selvagens.

A mesma linha de pensamento resolve o velho enigma de por que muitos primatas em cativeiro usam prontamente - e às vezes até fabricam - ferramentas, quando suas contrapartes na Natureza parecem não ter essas urgências. A sugestão, freqüentemente aventada, de que eles não precisam de ferramentas, cai por terra com a observação de orangotangos, chimpanzés e macacos-prego. Algumas dessas ferramentas dão acesso à melhor comida em seu hábitats naturais ou os ajudam durante períodos de escassez. O enigma é resolvido se percebemos que dois indivíduos da mesma espécie podem diferir drasticamente no seu desempenho intelectual, dependendo do meio social no qual cresceram.

Os orangotangos são o exemplo máximo desse fenômeno. Eles são conhecidos como mestres da fuga no mundo dos zoológicos por destravar com sagacidade a porta da jaula. Mas as observações de animais na Natureza, apesar de décadas de monitoramento minucioso, revelou poucas conquistas tecnológicas fora de Suaq. Indivíduos capturados na Natureza geralmente nunca se acostumam à vida em cativeiro, mantendo sempre uma profunda timidez e desconfiança dos humanos. Mas macacos nascidos em zoológicos consideram seus tratadores modelos a seguir, prestam atenção a suas atividades e aos objetos jogados em seus cercados, aprendendo a aprender e, assim, acumulam várias habilidades.

A teoria da inteligência através da cultura prediz que os animais mais inteligentes tendem a viver também em populações nas quais o grupo inteiro adota rotineiramente inovações introduzidas por seus membros.

Mas esse prognóstico não é testado facilmente. Animais de linhagens diferentes variam tanto em suas capacidades e em seu modo de vida que uma medida única para o desempenho intelectual é difícil de encontrar.

Por enquanto, podemos nos perguntar se as linhagens que demonstram sinais inegáveis de inteligência têm cultura baseada na inovação, e vice-versa. Reconhecer-se no espelho, por exemplo, é um sinal pouco compreendido, mas inconfundível de autoconsciência, algo considerado um sinal de alta inteligência. Até agora, os únicos grupos de mamíferos que passam nesse teste são os grandes primatas e os golfinhos, os mesmos animais que são capazes de entender muitos símbolos arbitrários e que mostram as maiores evidências de que aprendem por imitação.

O uso flexível de ferramentas é baseado em inovação, outra expressão da inteligência, tem uma distribuição mais ampla entre os mamíferos: pequenos e grandes macacos, cetáceos e elefantes - todas as linhagens nas quais o aprendizado social é comum. Embora até agora somente testes muito grosseiros possam ser feitos, eles defendem a hipótese da inteligência através da cultura.

Outra predição importante é que as propensões para a inovação e para o aprendizado social devam ter coevoluído. Simon Reader, hoje na Universidade de Utrecht, Holanda, e Kevin N. Laland, hoje na Universidade St. Andrews, Escócia, descobriram que espécies de primata que demonstram mais sinais de inovação são as que revelam interesse maior no aprendizado social. Outros testes indiretos se fiam nas correlações entre o tamanho relativo do cérebro (depois de corrigir estatisticamente para o tamanho do corpo) e variáveis sociais e de desenvolvimento. As correlações bem estabelecidas entre o gregarismo e o tamanho do cérebro em grupos de mamíferos são consistentes com a idéia.

Embora a nova hipótese não seja suficiente para explicar por que nossos ancestrais, únicos entre os grandes primatas, evoluíram tal inteligência extrema, a habilidade notável dos grandes macacos de se elevar intelectual-mente em ambientes culturalmente ricos faz esse abismo parecer menos formidável. A explicação para a trajetória histórica da mudança implica vários detalhes que devem ser unidos de forma minuciosa com um registro fóssil e arqueológico esparso e confuso. Muitos pesquisadores suspeitam que uma mudança-chave foi a invasão da savana pelo Homo arcaico, portador de instrumentos. Para escavar tubérculos e descarnar e defender carcaças de mamíferos maiores, eles precisaram trabalhar coletivamente e criar estratégias e ferramentas.

Essas demandas abriram caminho para mais inovação e interdependência, e a inteligência cresceu como bola-de-neve.

Ao nos tornarmos humanos, a história cultural começou a interagir com a habilidade inata de melhorar o desempenho. Cerca de 150 mil anos depois da origem da nossa própria espécie, expressões sofisticadas do simbolismo humano, como artefatos não-funcionais finamente trabalhados (arte, instrumentos musicais e oferendas fúnebres) emergiram. A explosão da tecnologia nos últimos 10 mil anos mostra que estímulos culturais podem soltar as amarras para conquistas sem limite, tudo isso com cérebros da Idade da Pedra. A cultura, de fato, pode construir uma mente nova com um cérebro velho.
por Rainério

domingo, novembro 19, 2006

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O Espiritismo cresce


O espiritismo cresce e aumenta o número de celebridades que acreditam em reencarnação.
13/11/2006 ( Postado por Reynollds)

Os espíritos estão em todo lugar. Basta ligar a TV. Na novela O Profeta, eles dão o poder da premonição ao protagonista Marcos, interpretado por Thiago Fragoso - e uma antecessora recente, Alma Gêmea, que era sustentada por uma história de reencarnação, rendeu a maior audiência de uma novela das seis em dez anos. Em Páginas da Vida, a falecida Nanda (Fernanda Vasconcellos) visita o pai, Alex, papel de Marcos Caruso, e a filha com síndrome de Down, Clara. Nos canais fechados, então, há uma onda de séries sobre o sobrenatural. São 14, fictícias ou documentais, que exploram a reencarnação e a comunicação com outras almas. Uma delas, Ghost Whisperer, estreou nos Estados Unidos em 2005 com 11,4 milhões de espectadores. No Brasil, este ano, tem sido o programa mais visto no horário. O que também vale para Psychic Detectives.

Aqui, a crença em entidades do além é amparada principalmente pelo espiritismo e a onda vem acompanhada de uma mudança de perfil da religião. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o espiritismo tem hoje 20 milhões de adeptos - cresceu 40% em cinco anos, principalmente nos Estados mais ricos e escolarizados. Quem professa essa fé tem renda 150% superior à média nacional, e 52% ganham mais de cinco salários mínimos. Estes novos seguidores valorizam as explicações racionais para a vida após a morte. A leitura e a meditação se tornam mais importantes do que as sessões de mesa branca e as operações sem anestesia, afirma a antropóloga Sandra Jacqueline Stoll, da Universidade Federal do Paraná.

Leia matéria na íntegra na Revista Quem

sexta-feira, novembro 17, 2006

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BOM ÂNIMO - PENSE NISSO!

Do espírito André Luiz- postado por Reynollds

* Dificuldades? Não perca tempo, lamuriando. Trabalhe.
* Críticas? Nunca aborrecer-se com elas.Aproveite-as no que mostrem de útil.
* Incompreensões? Não busque torna-las maiores, através de exigências e queixas. Facilite o caminho.
* Intrigas? Não lhes estenda a sombra. Faça alguma luz com o óleo da caridade.
* Perseguições? Jamais revida-las. Perdoe esquecendo.
* Calúnias? Nunca enfurecer-se contra as arremetidas do mal. Sirva sempre.
* Tristezas? Afaste-se de qualquer disposição ao desânimo. Ore abraçando os próprios deveres.
* Desilusões? Por que debitar aos outros a contra de nossos erros? Caminhe para frente, dando ao mundo e á vida o melhor ao seu alcance.
* Doenças? Evite a irritação e a inconformidade. Raciocine nos benefícios que sofrimento do corpo passageiro trazem á alma eterna.
* Fracasso? Não acredite em derrotas.Lembre-se de que, pela benção de Deus, você está agora em seu melhor tempo, - o tempo de hoje, no qual você pode sorrir e recomeçar, renovar e servir, em meio de recursos imensos.
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André Luiz- recebida por Chico xavier

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O fim do nepotismo

Há, desde terça-feira, 14, um clima de perplexidade e surpresa, ao mesmo tempo, gerado por uma das mais ousadas decisões de governo ao longo dos tempos, qual seja, a assinatura por parte do governador Cássio Cunha Lima de Medida Provisória dando prazo para por fim ao nepotismo no Executivo estadual nos próximos 90 dias.

Por não ter sido assunto abordado em campanha e, ainda, levando em conta o fato do governador ter pessoas ilustres da família compondo a administração estadual – esta, sem dúvidas, foi uma das mais importantes medidas adotadas pelo Chefe do Executivo.

Não é fácil, mas foi adotada e agora como ato formal de Governo passa a ser um forte elemento histórico na vida administrativa e política do Estado com efeito ainda inimaginável em termos de imagem à pessoa de Cássio enquanto líder político.

É dentro desse parâmetro que setores - os mais diversos da sociedade paraibana vivem a indagar as causas da medida, ao invés de reconhecer o ato inusitado do governador como algo fundamental nos tempos modernos, embora cobrado há muito pela sociedade. Cássio está decidido a novos procedimentos, ao que parece.

A dados de hoje, da contemporaneidade, o gesto de Cássio se credencia não para as hostes de seu partido em nível local – que deve estar P da vida – mas como referência extra-fronteira, fora Paraíba. Pode não dar em nada em termos de repercussão mas gestos como esse podem lhe credenciar como alternativa para vice nas futuras disputas nacionais.

Na prática, significa dizer que a sociedade – especialmente a midia – precisam estar atentos para cobrar medidas do governo Cássio de forma sistemática, como se deu com medida do Procurador da República, recentemente, percentual mínimo na área de saúde – mas, na hora certa, de forma singela e à altura das cobranças, se faz necessário reconhecer no mesmo tamanho a grandeza da atitude de Cássio.

Poucos até agora adotaram essa medida como forma sistemática de processo seletivo de gestão administrativa mas, como a medida de agora, configura-se um “estimulo” nos demais chefes do executivo nos demais poderes e prefeituras para gerar o mesmo procedimento.

Isso se por em prática desejos da sociedade seja uma questão prioritária.
Walter Santos

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Elizabeth II é a maior proprietária legal de terras do planeta

Na condição de chefe de Estado de 32 países da Commonwealth, a Rainha Elizabeth II é a maior proprietária "legal" de terras do planeta, com um total de quase 27 milhões de quilômetros quadrados, aproximadamente um sexto da superfície terrestre não coberta pelos mares.

Esse é um dos surpreendentes dados de um livro recém-publicado no Reino Unido, sob o provocador título de "Who owns the world" (Quem possui o mundo?), do autor irlandês Kevin Cahill.

O escritor acredita no direito inalienável de qualquer habitante do planeta a um pedaço de terra, e denuncia que praticamente 97% do planeta está nas mãos de apenas 3% da população.

Cahill estudou os estatutos de propriedade de muitos países, inclusive do Vaticano, e diz que nos 32 territórios da Commonwealth que ainda reconhecem Elizabeth II como soberana, a "propriedade legal" da terra corresponde à Coroa britânica.

Cahill afirma que isso permitiu ao regime de Robert Mugabe, no Zimbábue, confiscar as terras dos agricultores brancos, quando o país conseguiu sua independência.

O autor relata também uma condição singular de Elizabeth II, sua condição de rainha de toda uma série de "paraísos fiscais", todos eles fisicamente próximos ao Reino Unido, sem fazer parte dele.

Trata-se da ilha de Man, situada entre a Irlanda e a Inglaterra, da qual Elizabeth II é proprietária, e as de Jersey e Guernsey, no canal da Mancha, da qual é soberana.

Além disso, escreve Cahill, dos 24 centros financeiros "off-shore" que existem no mundo, 14 têm a Rainha como chefe de Estado ou são dependências do Reino Unido.

É uma característica, explica, compartilhada com muitos dos territórios da Coroa, inclusive Anguilla, Bermudas, Ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Cayman e os territórios soberanos de Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados e Belize.
por Rainério

quarta-feira, novembro 15, 2006

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Gates diz que mouse e teclado desaparecerão

Gates prevê um futuro sem tendinite
SÃO PAULO - O fundador da Microsoft, Bill Gates, afirmou esta semana que a próxima revolução da TI não afetará a forma como a internet funciona ou como seu conteúdo é produzido, mas como o corpo humano interage com ele.

Em entrevista ao jornal britânico The Observer, Gates previu o fim do mouse e do teclado. Na opinião do bilionário americano, a interação física entre as pessoas e os PCs deverá avançar em relação ao atual uso de mouse e teclado.

“Acho que vamos usar comandos de voz ou gestos com as mãos sem tocar numa interface física”, afirmou Gates.

Em sua análise sobre o futuro da tecnologia, Gates diz esperar uma evolução mais rápida da TI nos próximos dez anos. O fundador da MS diz que as atuais bases tecnológicas são muito melhores que as existentes há uma década, o que permitirá que a inovação ocorra em ritmo muito mais acelerado.
por Rainério

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Metade dos brasileiros nunca usou um PC

SÃO PAULO - Mais da metade dos brasileiros (67%) nunca acessou a internet e 54,4% da população nunca utilizou um computador. Os dados são da 2ª Pesquisa Sobre o Uso da Tecnologia da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios 2006), do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br.

Dos 10.510 entrevistados em cinco regiões do Brasil, 14,5% disseram acessar a internet em casa. O percentual aponta um crescimento ainda tímido se comparado a 2005, quando 13% dos lares brasileiros tinha acesso à rede.

O estudo mostra ainda que a conexão via acesso discado ainda é predominante nos domicílios, com 49,06% do total. Já a banda larga está presente em 28,4% das residências pesquisadas.

Entre os entrevistados que disseram ter utilizado a internet nos últimos três meses, 40% acessaram a rede pelo computador de casa, 30% em lan houses e 24,4% no trabalho. Os locais públicos de acesso à internet são usados, na maioria das vezes, por pessoas de classes sociais D e E (48,08%).

Os dados para a TIC 2006 foram coletados entre os meses de julho e agosto deste ano. Além de analisar o uso da internet pelos brasileiros, a pesquisa abrange outras áreas, como governo eletrônico, segurança na rede e uso de e-mail, cujos resultados serão divulgados apenas no início de 2007.
por Rainério

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PODE DESESPERAR! A TÊTA GORDA DA NAÇÃO MURCHOU!

Por Autor CONHECIDO

JUSSARA SEIXAS

Em 2005 a oposição e a mídia, representando a elite, dedicaram-se a massacrar o PT e o presidente Lula. O objetivo ficou bem claro nas palavras de Bornhausen: "vamos acabar com essa raça por 30 anos". Pareciam dragões de Komodo na tribuna do Congresso, nas páginas dos jornais e revistas, na tela da TV, contaminando a todos com seus discursos, reportagens e artigos envenenados, carregados de ódio. Incomodou-os muito um presidente nordestino, ex-metalúrgico, ex-sindicalista, sem diploma universitário nem título acadêmico.

Incomodaram-se mais ainda quando Lula, que recebeu um país falido das mãos de um doutor da Sorbonne, recuperou a economia e a credibilidade do Brasil, diminuiu o desemprego, a miséria, baixou os juros, derrotou a inflação, combateu a corrupção como nunca antes em nenhum governo. A oposição e a mídia bateram sem dó nem piedade, inventaram, mentiram, difamaram, caluniaram, afrontaram. Sem ética, decoro parlamentar, respeito ou dignidade, buscaram à força o objetivo de "acabar com essa raça por 30 anos" antes da eleição de 2006. Tentaram até os últimos minutos antes da eleição. O programa eleitoral de Alckmin, que teve uma derrota acachapante nas urnas, resumiu-se a bater no presidente Lula com calúnias, denúncias vazias e infundadas. O combinado entre Alckmin, seu partido (PSDB/PFL) e a mídia era bater, bater, bater.

Os blogueiros de aluguel, os mentores de sua campanha, os jornalistas partidários, os pseudo-cientistas políticos, os pseudo-intelectuais, seus correligionários, pediam: bate mais doutor, bate mais! Eles haviam combinado tudo entre si, mas esqueceram-se de combinar com o povo, com as pessoas dignas e informadas do país. Por isso, bateu levou: uma derrota acachapante. Alckmin não foi o único derrotado pela pancadaria instalada em 2005, pois todos que dela participaram foram humilhados nas urnas. Arthur Virgilio 3%, ACM, Garibaldi Alves, Eduardo Paes, Afif Domingos, Zulaiê Cobra, Maninha, Baba, Antero, Heloisa Helena... Bornhausen, esperto, nem se candidatou.

Heloisa Helena, Bornhausen e muitos outros espancadores, para felicidade geral da nação, estão fora da política em 2007. Mas não aprenderam. Inconformados com a derrota e desprovidos de inteligência e bom senso, continuam batendo. Pelo jeito, vão esbravejar até a apoplexia nos próximos 4 anos do governo Lula. Impressionante: esses políticos do PSDB/PFL vão extinguir a própria raça pelos próximos 30 anos. Batam doutores, batam mais, batam muito! O povo brasileiro agradece.


Transposto por Jesus Soares da Fonseca
NB: É meu nome, mesmo!

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Mensagem do anjo - Ânsia de viver

Na minha ânsia de viver,
já vi segundos que demoraram um eternidade para passar,
e dias que literalmente "escorreram pelos dedos",
e sinto que os perdi...

Já encontrei pessoas com quem adoraria namorar,
e outras que nem gostaria de reencontrar.
Já trabalhei em empresas que fizeram me dedicar,
e outras em que desejei apenas me aposentar.

Já andei por cidades lindas que desejei ficar,
e passei por outras que não quero nem voltar.

Já tive professores que muito me ensinaram
esses, são inesquecíveis, outros apenas ameaçaram,
deles, nem a matéria eu lembro.

Já ouvi músicas que me fizeram chorar,
outras me fizeram o corpo balançar, mesmo sem querer,
e outras de tão horrorosas,
nem o refrão eu lembro mais.

Na minha ânsia de viver, eu vi o amor,
vivenciei experiências de paixão.
Das lembranças mais gostosas,
resta na boca uma sensação de beijo molhado,
no corpo as marcas de mãos que marcam delicadamente,
no ar, um cheiro de saudade gostosa,
dessas que recordamos de olhos abertos,
são os frutos de uma árvore carregada de emoções.

Mas também tive decepções, sofri traições,
e me amargurei, como todo mundo,
mas essas lembranças eu enterrei,
deixei meu coração livre para viver,
e em cada novo amor, pude perceber,
que todas as experiências da vida,
são retratos e impressões que eu permito,
que eu gravo ou não na minha alma,
e a alma, essa "grande mala de emoções",
leva apenas o que eu quero guardar.

Guarde apenas o que é inesquecível,
e do inesquecível, leve apenas o amor
Eu acredito em você.
Autor: Paulo Roberto Gaefke

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Nossa homenagem ao dia 15 de novembro-Proclamação da República

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Três Pedidos para o PT

Autor desconhecido
O primeiro é que vocês fiquem com tudo. Peguem o dinheiro, o avião. As agendas de todas as secretárias, os revólveres dos ex-delegados, os laranjas analfabetos, os laranjas pós-graduados, as cuecas sujas do dinheiro que sai dos ralos de onde vocês vieram. Não esqueçam de levar nada. As explicações estranhas, as notas oficiais, o eterno não sei de nada, o absurdo nunca ouvi falar disso e, por falar nisso, o mensalão.

Peguem sem vergonha, saquem sem vergonhas, ajudem-se, juntem-se em torno das fogueiras onde queimam notas fiscais e consciências, bebam, brindem, riam da minha cara. Eu desejo que vocês aproveitem as Land Rovers, façam churrasco ao som de Chitãozinho & Chororó e brinquem de quadrilha em todos os meses do ano, na presença do operário bebum que desonra a si mesmo, aos operários e aos bêbados. Não liguem para críticas. Aliás, não liguem pra ninguém: alguém da Polícia Federal, um desses otários que ganham 700,00 líquidos por mês pode estar escutando e a voz de vocês em rede nacional fica distorcida. Prefiro a do Fernandinho Beira-Mar, que se confessando bandido, traficante, ladrão e assassino tem pelo menos uma vantagem sobre vocês: nunca disse que não era tudo isso, nunca me enganou a seu respeito, jamais negou sua maldade. Muito menos recebeu 55 milhões de votos cheios de esperança.

Meu segundo desejo é que vocês vivam muito em suas ilhas fiscais, em seus condomínios fechados, em suas coberturas de 10 mil metros quadrados pagas com salário de 1.500,00 reais. Existam pra assistir à morte de crianças sem ter o que comer, de jovens sem futuro e de velhos que cospem no passado que cada um de vocês representa. Sejam eternos como é interminável a fila do INSS, dos pais de família sem emprego, das jovens que fazem sexo pago a partir dos 12 anos sem que possam ser recriminadas por vocês, que as iniciaram ao mostrar-lhes como se faz isso com um país inteiro. Agora que vocês são ricos e perpétuos.

Meu último desejo é que vocês nunca mais saibam se têm ou não um amigo. Que ao verem um pôr-de-sol lembrem-se apenas de voltar para casa, onde dormir seja um sonho impossível. Permaneçam dia após dia acordados, desconfiados, ansiosos, insones, num morre-não morre sem fim. Que a única coisa que possam escrever sejam versões, já que perderam a noção da verdade e dos fatos. Que a única coisa que saia da boca de cada um de vocês seja um repetitivo "não lembro, Sr. Deputado". Não quero nenhum de vocês julgados ou castigados. Apenas que passem a vida dizendo "não lembro, senhor deputado". Que ao chegar na cozinha, encontrem a CPI dos salmões. Na sala, a CPI Home Teather. No quarto, a CPI da falta de sexo. Na vida, a CPI do desaparecimento da glória de servir ao povo. Um dia, meu filho vai estudá-los. Que eles e seus colegas percam nota se souberem os nomes de vocês. Mas não se abatam por isso, como não se abalaram com os tiros que mataram Celso Daniel. Não se preocupem com o meu desprezo, como não se incomodaram em decretar a pena de morte à esperança que os ajudou a vencer nosso medo. Não se arrependam de nada. Apenas vivam pra nos ver construir o novo, o alegre e o lindo. Sejam o nosso norte, mostrem onde vocês estiveram e no que se transformaram. A partir disso, bastará seguirmos em direção contrária.
por Rainério

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MORRE A MODELO - NÃO A ANOREXIA

Por: Jesus Soares da Fonseca

Morreu, ontem, vítima de anorexia nervosa, a modelo Ana Carolina Reston Macan, de 21 anos de idade, depois que o seu quadro se agravou e evoluiu para uma infecção generalizada. Carolina era natural da cidade de Jundiaí, tinha 1,74 m de altura e pesava, apenas, 40 quilos. Foi internada em 25 de outubro com insuficiência renal. Segundo uma sua prima que morava com ela, Carolina tinha por costume fazer refeição de, apenas, um tomate e uma maçã!

A tragédia desta garota é um caso a se lamentar e, muito! A questão resume-se no aspecto fama, dinheiro e fama. Os figurinistas são profissionais que devem entender de moda e creio, mesmo, que entendam, porém de mulher, de beleza física, corporal femininos, eles entendem, muito pouco! Mas, isto pouca importância há para eles. O fascínio, o "glamour", a fama do mundo da moda é o que valem !

A silhueta feminina é bela em todas as suas linhas! O BELO acontece somente quando há harmonia nos traços, simetria nas linhas, etc. Não confundir Beleza com Boniteza. O feio pode ser belo, também! Que coisa mais trágica que um incêndio, no entanto, é belo, é o que se chama: o belo trágico! Portanto, a beleza feminina acontece quando todos os contornos do corpo da mulher estão em harmonia.

As modelos destoam, em todos os sentidos, desta harmonia. Que tristeza, ver rostos tão belos sobrepostos sobre corpos esqueléticos, desproporcionais, sem esta bem ordenada disposição do seus traços, às vezes, tão magros que, mesmo, tendo os seios diminutos, estes sobressaem!

Vejam, quanta incongruência há num desfile, completamente, diferente daquilo que almejam os patrocinadores. Geralmente, a maioria dos assistentes de um desfile de moda é do sexo feminino, logo, as mulheres estão ali, não em observância ao corpo da modelo, mas, tão somente, na visualização da moda a ser lançada. Dentro deste parâmetro, tanto faz, pouco importa, se a modelo é magra ou está dentro dos padrões da beleza feminina, aos olhos das assistentes do desfile.

Por outro lado, um desfile com lindas modelos com exuberância em seus corpos bem delineados, pernas, coxas, braços, bustos, rostos, todos em harmonia, atrairá muitos mais homens que, involuntariamente, embora estejam presentes apenas para verem as belas modelos, notarão, também, a moda que se expõe no evento.

De parabéns, os paises que estão a proibir a magreza excessiva nos desfiles de moda, como Espanha, Reino Unido. Note-se bem! Não estou condenando a magreza, pois, há pessoas com diversos biótipos, há diversas pessoas magras por natureza, mas, com seu corpo bem delineado. O que se condena é a prática da anorexia para se chegar a exacerbação da magreza, deixando a pessoa, esquálida, cadavérica, esquelética.





A nossa ave de rapina, o urubu, como vive a maioria do tempo voando, porque a natureza assim o quis, quando posa no chão, ao procurar andar, o faz com um jeito desengonçado.
Ao levar o pé direito à frente, segue-lhe todo o lado coberto pela asa, semelhantemente, o faz com o pé esquerdo. As modelos de moda caminham na passarela de idêntica forma, é o que se chama: andar de urubu "cangueiro", diferentemente dos desfiles de "Misses", nos concursos de Beleza Nacional e Mundial ou outro qualquer desfile, com muito mais charme e elegância!Vamos todos condenar esta prática horrível que está a ameaçar mentes ainda em formação de jovens que, como todo ser humano, aspiram progresso na vida, sonham em subir degraus altos da fama! Estes pensamentos, estes sonhos, não são condenáveis, ao contrário, são normais na espécie humana. O que se condena é a prática, de como se deva atingi-los.

terça-feira, novembro 14, 2006

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Leia esta Mensagem maravilhosa e você irá entender.

O PODER DA PRECE
( Octávio Caúmo Serrano- João Pessoa)


Uma pobre senhora , com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, aproximou-se do proprietário , conhecido pelo seu jeito grosseiro , e lhe pediu fiado alguns mantimentos. Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar.

O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse se seu estabelecimento.
Pensando na necessidade da sua família ela implorou :”Por favor senhor, eu lhe sarei o dinheiro assim que eu tiver...” ao que ele respondeu :ele não tinha crédito e nem conta na sua loja.

Em pé , no balcão ao lado,um freguês que assistia a conversa entre os dois , se aproximou do dono,do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família ,por sua conta.

Então o comerciante falou,meio relutante , para a pobre mulher: “Você tem uma lista de mantimentos? Sim.,respondeu ela. Muito bem, coloque a lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos “. A pobre mulher hesitou por um instante , e.com a cabeça curvada , retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou , suavemente , na balança.Os três ficaram admirados ,quando o prato da balança , com o papel, desceu e permaneceu embaixo.

Completamente pasmado com o marcador da balança. O comerciante visou-se ,lentamente ,para o seu freguês e comentou contrariado: “EU NÃO POSSO ACREDITAR”! O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança; Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos ,até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ,ali ,por uns instantes ,olhando para a balança ,tentando entender o que havia acontecido. Finalmente ,ele pegou o pedaço de papel na balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia : “Meu senhor, o senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em sua mãos ...”

O homem seu as mercadorias para a pobre mulher,no mais completo silêncio , o que agradeceu e deixou o armazém .O freguês pagou a conta e disse: VALEU CADA CENTAVO...
Soa mais tarde , o comerciante pôde reparar que a balança havia quebrado .Entretanto , só DEUS SABE O QUANDO PESA UMA PRECE...
Jornal Folha Espírita –Centro Jesus de Nazareth Itaporanga

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A HORA DA ESCOLA PÚBLICA


A Matéria, abaixo foi elaborada por Emir Sader, um jornalista que, por escrever mostrando a verdade dos fatos, fazendo um jornalismo transparente, esteve sendo processado por setores da Mídia, através de seus agentes, claros, togados. O que impressiona é estes mesmos setores terem partido, há pouco tempo atrás, em defesa de um alguém, travestido de jornalista, em nome da liberdade de expressão, quando o determinado elemento tentou achincalhar a pessoa do Dignitário Máximo da Nação, Luis Inácio Lula da Silva, com bazófias arrogantes, pretensiosas e prepotentes e, conseqüentemente, indignação do Presidente por se sentir ofendido em sua dignidade de ser humano. Ou seja, um estadunidensizinho tem a liberdade de dizer mundos e fundos contra quem quer que seja, é um lado, e um nosso grande jornalista quando expressa seu pensamento sensato e honesto contra uma horda sedenta e desesperada, não pode, é o outro lado, por sinal, imundo.
Entretanto, nós, povo, estamos atentos e não vão ser conversas “fiadas” que nos irão fazer crer em engodos de qualquer espécie.

Jesus Fonseca

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"Um dos primeiros atos da ditadura militar, em 1963, foi o decreto do arrocho salarial. Tinha vigência também para o serviço público, que foi vítima privilegiada das políticas de contenção do consumo popular por parte dos governos militares. Fazia parte de um modelo econômico concentrador de renda, que privilegiou o consumo das altas esferas do mercado e a exportação, em detrimento da extensão do mercado interno de consumo popular, responsável pelo aprofundamento das desigualdades e da exclusão social no Brasil.

Uma das conseqüências dessa medida - que perdurou durante quase todo o período ditatorial – foi a degradação dos serviços públicos em geral e dos de saúde e educação em particular. A partir daquele
momento, amplos setores da classe média passaram a fazer um esforço extra e a incluir, no seu orçamento, o pagamento de escolas particulares e de planos privados de saúde.

Entre as graves conseqüências dessas transformações estão a ruptura da convivência entre crianças e jovens das classes pobres e da classe média nas escolas públicas e, paralelamente, uma aliança – essencial
para a democracia – entre esses dois setores, pela defesa da escola pública. Este tema passou a ser “tema de pobre”, com dificuldade de encontrar visibilidade pública, embora a escola pública continuasse a abrigar a grande maioria das crianças e jovens.

Intensificou-se a pirâmide cruel, em que as famílias de classe média e alta usufruem do ensino privado, para posteriormente disputar, em melhores condições as vagas das universidades públicas – reconhecidas como as melhores.

Fenômenos mais recentes começam a mudar esse panorama. Por um lado, dados revelados esta semana confirmam a transferência significativa de matrículas das escolas particulares para as públicas, como resultado das dificuldades financeiras de setores da classe média. No ensino médio, aumentaram em 136,5% as matrículas, entre 1994 e 2005, enquanto nas escolas particulares diminuíram em 7%, no estado do Rio. No ensino fundamental os dados são de aumento de 17,6% nas públicas, contra 4,7% nas privadas.

Por outro lado, o projeto de lei do governo federal reservando a metade das vagas das universidades públicas federais para os alunos provenientes das escolas públicas, torna-as mais atraentes, pode
incrementar essa migração e, com ela, favorecer o restabelecimento do campo comum de interesses e de aliança entre as classes pobres e a classe média.

Numa sociedade socialmente democrática deve haver escola pública, em todos os níveis, de qualidade similar para todos. Se as pessoas nascem com grandes desigualdades sociais, a escola deve contribuir para diminuir esse abismo e não para aprofundá-las. Quem quiser, por razões religiosas ou outras, ter seus filhos em escolas privadas, pode fazê-lo, mas todos os que quiserem devem gozar do mesmo ensino – gratuito e de qualidade. Esta é uma das funções mais importante de um Estado democrático.

Os temas da esfera pública são os essenciais para a construção de uma democracia com alma social, de inclusão e de universalização de direitos.

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STJ confirma que diploma para jornalista é obrigatório

O Superior Tribunal de Justiça decidiu que, para ser registrado como jornalista, o profissional deve atender a exigência de possuir um diploma de nível superior em Jornalismo.

A ordem foi estabelecida com base em um mandado de segurança, impetrado pelo médico José Eduardo Marques, contra a portaria do Ministério do Trabalho e Emprego.

A decisão do tribunal foi unânime e seguiu integralmente o voto do relator do processo, ministro José Delgado.

Em seu voto, o ministro destacou que a profissão de jornalista é regulada pelo Decreto-Lei 972, de 1969, e que, desde então, é obrigatório o diploma de nível superior.

Delgado também lembrou que o artigo 5º, inciso I, do Decreto 83.284, de 1979, cria o registro especial para o colaborador que, sem vínculo empregatício e mediante remuneração, produz trabalhos técnicos na área.
por Rainério

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Cássio assina nesta terça MP que proíbe contratação de parentes

O governador Cássio Cunha Lima (PSDB) vai assinar hoje (14/11/2006), às 11h, uma Medida Provisória que impede a contratação de parentes na administração estadual.

A informação foi dada pelo secretário chefe da Casa Civil, João Fernandes, que não pôde adiantar como ficarão os parentes que estão no governo depois da assinatura da MP. “Vamos assinar a medida e depois, tratar dessas questões”, avisa.
Estava prevista para ontem à tarde uma reunião para tratar da redação final da MP. Segundo João Fernandes, a discussão teve que ficar para hoje. O secretário-chefe disse que não poderia dar mais detalhes sobre o funcionamento da MP porque os últimos acertos ainda serão definidos pela equipe de governo que está tratando do texto da Medida Provisória.

De acordo com as declarações do secretário, o governo ainda não teria uma lista pronta com os nomes das pessoas que devem ser exoneradas logo que a MP passe a vigorar. “Vamos assinar a medida e, em seguida, vamos tratar dessas questões”, adiantou João Fernandes. Ele também ressaltou que esta iniciativa não atenderia à resolução do Ministério Público Estadual que enviou documentação aos órgãos públicos do Estado dando um prazo para que os parentes fossem exonerados. “Esta MP é uma iniciativa do Poder Executivo para combater o nepotismo”, disse João Fernandes.

Em relação à resolução do Ministério Público, os órgãos públicos da Paraíba têm até o dia 5 de dezembro para entregar a lista com os nomes dos parentes e ainda providenciar a exoneração.
Na semana passada, o Tribunal de Contas do Estado aprovou a resolução administrativa número 8 que proíbe a nomeação, para cargos de livre provimento, de parentes de conselheiros, auditores, procuradores e servidores ocupantes dos postos de direção existentes nos seus quadros.
por Rainério

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Cartagena (Colômbia), 14 nov - Eileen Roca Torralvo, uma estudante carioca de 20 anos, foi eleita hoje Miss Colômbia 2006-2007, superando outras 22 concorrentes.

Ela tem olhos e cabelos castanhos e pele clara. Apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, passou a maior parte de sua vida em Valledupar, capital do departamento de Cesar, que representou no concurso.

Além de falar português, espanhol e inglês, Eileen, que é estudante de Comunicação Social, foi a única das participantes do concurso que não fez cirurgia plástica.

A nova soberana tem 19 anos; mede 1,75m e suas medidas são: 90-60-90; filha do médico Jorge Roca e Eduviges Torralvo. Estuda comunicação social na Universidade de la Sabana em Bogotá.
por Rainério

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VOCÊ NÃO PODE PERDER!



*Campanha em Defesa da Vida - Aborto, Suicídio e Drogas-> Iara Machado
* Campanha de Fraternidade Auta de Souza ->João Irlan
* Evangelização Infantil-> Fátima
* Alimentação Natural-> Dr. Fernando Loureiro
* Posto de Assistência-> Marcone

Cidade: Boa Ventura-Pb
Local: Colégio Estadual “EMÍLIA DINIZ ALVARENGA”
Vizinho ao Posto ARTUZAO na “BR”
Realização: CESB- Centro Espírita Seareiros do Bem
Informações: 9993-8998(Reynollds) e Vicente: 99520247

segunda-feira, novembro 13, 2006

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Espírito "Um amigo Poeta" Recebido por Lúcia em Catingueira-Pb

PARÁBOLA DO SEMEADOR
( Espírito “um amigo poeta” recebido por Lúcia)

Um homem saiu pra semear
Era um bom semeador
Quis sua roça plantar
Encheu-se de muito amor.

Sementes caíram no deserto
Mas não puderam germinar
Não nasceram por certo
Sem água para regar.


A Terra não era adequada
O homem não se apercebeu
Sementes caíram na estrada
E o passarinho comeu.

Entre espinhos , ele plantou
Porém nada ele colheu
A semente germinou
No entanto não cresceu

O príncipe da perfeição
Nos falou com a voz divina
Quando é bom o coração
O Evangelho Germina

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A GRANDE MÍDIA ENCURRALADA

Transcrita por Jesus Fonseca
Artigo de LULA MIRANDA, reproduzido da Agência Carta Maior

Após ganhar todas as lutas, de modo inconteste, por nocaute, quase sempre no primeiro round, sob aplauso unânime de todos, utilizando-se, muitas vezes, de golpes baixos e gestos antiesportivos, a mídia está apanhando sem parar. Atordoada, com as pernas trêmulas, bambas, a face empalidecida, o olhar atônito, perdido, já completamente grogue, após inúmeros e certeiros golpes recebidos, a ex-toda poderosa grande mídia finalmente conheceu o córner e as cordas do ringue, e está na iminência de um espetacular nocaute. Como nas lutas de boxe, os espectadores (no caso, leitores) vibram entusiasmados, à espera do tombo do gigante antes imbatível.

Não sou simpatizante do boxe. Na verdade, acho-o um "esporte" violento, bárbaro, brutal, deplorável mesmo – isso sem falar, claro, no vale-tudo. Mas é inevitável, irresistível recorrer a essa singela metáfora para melhor definir a situação em que se encontra a grande imprensa hoje.

Confesso que, nesses quarenta e poucos anos de vida, pouco mais da metade deles dedicado à militância na literatura e na imprensa alternativas (portanto, na condição de antagonista às grandes editoras, jornais e revistas), nunca vi uma situação como a atual em que a chamada grande imprensa (a inatacável, inatingível, imbatível grande imprensa) sofre tantas críticas e tão merecidas "bordoadas". E, ainda mais do que isso, a sua atuação é acompanhada de perto por leitores especialmente críticos e exigentes. Vivemos um momento ímpar, portanto, um marco na história recente da imprensa brasileira – sem dúvida ou exagero retórico algum. Seriam os primeiros passos no caminho para uma mídia mais democrática? É esperar (ou melhor, fazer) o porvir.

A principal característica da mídia, e também seu principal defeito ou cacoete, seu calcanhar de Aquiles, por assim dizer – assim como na nossa metáfora inicial, o mesmo se dá com o lutador de boxe –, é que ela, mídia, sempre esteve acostumada tão somente a bater. Bater e bater. Bater mais. Indiferente ao adversário ou contendor e às suas qualidades ou possíveis méritos ("impávido que nem Muhammad Ali"). Acostumou-se a distribuir porradas a torto e a direito, impunemente. Pegou traquejo e gosto pelo linchamento (moral). Mas também pela calúnia, pela intriga, pela manipulação e, in extremis, pela destruição de vidas e reputações. Muitas vezes, não se furtando a fazer uma espécie de publicidade da infâmia (um marketing ao contrário, infamante). Entregou-se, ainda, à incúria, ao descuido, à preguiça; à competição desenfreada pelo furo de reportagem, pela manchete a qualquer preço.

Em nome de uma suposta (e sagrada) liberdade de expressão, a mídia tudo podia. Por que esse princípio sacramentado [o da liberdade de expressão] não serve também para proteger Emir Sader do mandonismo dos "donos do poder" (como dizia Faoro)? Eles tudo podiam em nome da tal liberdade de expressão, ou de imprensa - como, às vezes, preferem. A seu bel-prazer, a mídia caluniava, mentia, distorcia, manipulava - note que me utilizo aqui do tempo pretérito, como que a marcar o passado e sinalizar o porvir, o daqui para frente. Também a seu bel-prazer, elegia governadores, prefeitos, deputados, presidentes (quem não se lembra do "fenômeno" Collor?) etc - elegia até um poste, dizia-se. Também a seu bel-prazer cassava os mandatos de governadores, prefeitos, deputados, presidentes (Collor, também nesse caso, nos serve como exemplo) etc. Construía e destruía famas, reputações. A mídia tocava a sua flauta e nós, os ratinhos enfeitiçados, a seguíamos diligentes, comportados - muitas vezes, rumo a nossa própria desgraça. Impunha-nos suas verdades. Não mais. A grande mídia, e é essa a grande novidade, já não mais detém o monopólio da opinião pública. Já não nos guia em direção ao precipício, como se cegos fôssemos.
Aqui é necessário que se faça um oportuno parêntesis. Não se pretende, de modo algum, negar a importante função social da imprensa. Seja na indispensável vigilância crítica de cidadãos, autoridades constituídas, governos e partidos políticos, seja no seu fundamental papel (constitucional?) na defesa das instituições e na luta pela consolidação (ainda em processo) da nossa incipiente democracia. Portanto, não queiram nos acusar, os atuais defensores dessa mídia prostituída que aí está (com o perdão das profissionais do sexo), de sermos "intransigentes", "nazistas", "stalinistas", "petistas" (no início do século passado, nos chamariam de "comunistas") e outros "istas" absolutamente vazios de conteúdo, destituídos de sentido. Cansamos, sim, do parcialismo desmedido, do facciosimo canalha, da hipocrisia, da falta de ética, da manipulação, dos escândalos pré-fabricados. Mazelas essas decorrentes, naturalmente, da falta de controle, dos plenos poderes, dos monopólios e oligopólios, do "coronelismo midiático", que deixaram a nossa mídia livre para transgredir os limites da ética e do bom jornalismo. Não se trata, portanto (em absoluto!), de desejar calar a mídia ou manietá-la.

Nunca se viram tantos artigos publicados sobre o papel da mídia como nos dias de hoje. E, mais precisamente, sobre sua (im)postura no processo eleitoral recentemente encerrado. Nunca se viram também tantos comentários de leitores (muito bem elaborados e articulados, por sinal) em blogs e sites na internet – essa via libertária e redentora que propicia o diálogo e a participação on line (em tempo real) dos cidadãos nos fóruns de debates (não à toa, vozes mais conservadoras no Senado já falam em "controlar a internet"). Na grande imprensa, quase nunca a opinião do leitor é publicada ou levada em consideração – as cartas nem sempre são publicadas. Nos sites e blogs da chamada imprensa digital essa relação é mais direta e profícua. E isso faz toda a diferença. A grande imprensa, se não se renovar, a si e aos seus quadros (jornalistas e, claro, editores), prosseguirá perdendo credibilidade, prestígio e, por fim, leitores. E, não se engane, além dos jornais e revistas, até mesmo os blogs e sites (ou sítios) mantidos por veículos das grandes corporações da comunicação (Grupo Folha da Manhã, Grupo Estado, Organizações Globo etc.) estão tornando-se sítios desertos – de idéias e de leitores. E, sabemos, sem a chamada "audiência" as verbas publicitárias começam a minguar, a receita a escassear e os impérios da mídia começarão, sem dúvida, muito em breve, a ruir, a cair. Como o lutador da nossa metáfora inicial. Outrora arrogante, imprudente, senhor de si, impávido em sua arena.

Observe, por exemplo, aqui mesmo na Agência Carta Maior, os inúmeros comentários de leitores (já eram 169, por mim "auditados", na noite dessa segunda-feira, 06/11) na matéria de Bia Barbosa: "População critica cobertura; Globo faz abaixo assinado pra se defender" (leia aqui). Ou os mais de 530 comentários na matéria de Marcel Gomes sobre a condenação de Emir Sader (leia aqui). No site do Observatório da Imprensa, onde o provecto jornalista Alberto Dines está fazendo – estranhamente, pois trata-se de um grande jornalista – um "papelão" na defesa intransigente, autoritária, injustificável e meramente retórica (nem um pouco dialética) da imprensa. Sim, aquele que era para fazer o papel de observador crítico da mídia parece ter incorporado o papel, nada nobre, de um rábula rabugento/intolerante, ou até mesmo de um mero guardião do mais mesquinho corporativismo. Será? Difícil entender.
Ele, em sua retórica barroca (exagerada, destemperada) chega ao paroxismo de falar em "empastelamento" da imprensa. Dines tem recebido de 300 a 500 comentários em seus artigos e "posts" no site do Observatório. A retumbante maioria deles, na verdade quase a unanimidade, feitos de modo competente, ponderado, em sua maioria por jornalistas, professores e profissionais liberais, contrários às suas posições e com críticas contundentes/competentes à atuação da grande imprensa. Mas Dines, que tem tido a desfaçatez de, "democraticamente", levar ao seu programa, o OI na TV, quase sempre, somente os que pensam como ele (como no programa de 31/10), numa completa ausência do contraditório, não é atualmente o único guardião da mídia farsante.

Envolvidos no caso do chamado "dossiê da mídia" [ver CartaCapital edições 415 e 416], que ajudou, digamos assim, a levar a eleição para o segundo turno, Ali Kamel rede Globo de Televisão) e Eurípedes Alcântara (revista Veja), e alguns outros sabujos dos donos do poder, já colocaram as barbas de molho e a cabeça para fora de seu casulo de empáfia e arrogância, e deram a cara pra bater em blogs, sites e até mesmo, como no caso de Kamel, através de uma matéria paga na revista CartaCapital. Porém, ainda não se tem registro de manifestação alguma do "Mister OFF" (referência a Otávio Frias Filho), que ainda não saiu das sombras para se justificar perante a sociedade pelos pecados cometidos pela Folha de S. Paulo na cobertura do incrível caso do delegado Bruno, suas armações ilimitadas e estratagemas para revelar à imprensa as fotos do dinheiro que seria utilizado na compra do famigerado dossiê Serra/Vedoin.

Esse cronista, conforme já disse em textos anteriores, não descansará enquanto não houver uma punição exemplar aos jornalistas da Folha, da TV Globo e da Veja envolvidos no episódio, e enquanto não ocorrer, da parte desses veículos, um enfático pedido de desculpas à sociedade pelas mentiras e orquestrações engendradas. Esse cronista, inclusive, busca, no momento, assessoria jurídica para buscar a melhor forma (se via Ministério Público ou outros caminhos) de entrar com uma queixa-crime contra os veículos e jornalistas envolvidos. Mas, a despeito disso tudo, e na contra-mão dos fatos e dessa corrente renovadora e airosa trazida à pauta por essas novas mídias e por esses leitores mais atentos, críticos e qualificados, em recente editorial da própria Folha (sempre ela) intitulado "Volta a truculência", os leitores mais atentos, críticos e qualificados puderam perceber a indelével marca da arrogância pequeno-burguesa de "Mister OFF" quando chama de "boçalidade" a louvável postura crítica em relação à imprensa do governador recém-reeleito pelo estado do Paraná, Roberto Requião. Também ele vítima, durante a sua gestão assim como na campanha, do facciosismo deletério, das mentiras e manipulações da mídia.
Assim, ainda como o lutador de boxe na nossa metáfora inicial, a arrogância e desbragado narcisismo (vaidade, cinismo, desfaçatez etc.) dos "coronéis" da nossa imprensa, bem como de seus capatazes ou sabujos, selarão sua desgraça. Os oligarcas cordatos da nossa grande imprensa, que majestáticos ainda viram as costas à verdade factual e ao leitor, precisam reformular seus modos e estratégia, senão beijarão a lona dura e fria. Cairão enfim em desgraça. Ela, mass media, que sempre bateu com sádico prazer, sem dó nem piedade, agora apanha feio. Nada mais pedagógico – e emblemático. Sinais dos tempos, vindouros. Alvissareiros. Assim espero. Melhor, esperamos todos.

N.A. Recomendo a leitura do artigo do sociólogo e diretor da Vox Populi, Marcos Coimbra (quase impecável), na CartaCapital edição de nº 418. Para os que não tiverem acesso, aqui vai um pequeno trecho:

"(...) Ganhou o voto de quem se sentiu satisfeito com o que está vivendo e convencido de que os pecados de Lula e do PT só serão resolvidos quando todo o sistema político mudar. Ganhou, portanto, um voto concreto e informado, o inverso do que imaginam alguns analistas, que mais tendem a repetir estereótipos que a criticá-los".

"Tenho acompanhado a eleição desde muito cedo e com diversos instrumentos de pesquisa, é, para mim, muito claro que foram os eleitores de "classe média", de maior escolaridade e renda, muitos vivendo em cidades grandes e modernas, os que mais tenderam a ser ‘manipulados’. Foram eles os que mais se revelaram propensos a votar segundo a informação recebida, de maneira acrítica e, muitas vezes, superficial. Ou seja, cada vez que alguém se inflamava contra a ignorância dos pobres, dirigia mal suas baterias".

Seria o caso de se perguntar: é preciso dizer mais alguma coisa?

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A CARIDADE DA GLOBO


Você está pagando o imposto da Rede Globo!!! Olha a malandragem!!!!
Globo Criança Esperança

Você sabia que está pagando o imposto de renda da Rede Globo? !!!
Quando a Rede Globo diz que a campanha Criança Esperança não gera lucro é mentira. Porque no mês de Abril do ano seguinte, ela (TV Globo) entrega o imposto de renda da empresa com o seguinte desconto: Doação feita à Unicef no valor de (aqui vem o valor arrecadado no criança esperança). Ou seja, a Rede Globo desconta pelo menos 20 e tantos milhões do imposto de renda graças aos ingênuos que fazem as doações ao criança esperança.

Atenção: Você não pode colocar no seu imposto de renda que doou R$ 7, R$ 15, R$ 30, ou mais reais pro criança esperança. Sabe porque você não pode? Porque Criança Esperança é uma marca somente e não é uma entidade beneficente.

Entretanto, a doação feita com o seu dinheiro diretamente para o Unicef é aceita pela Receita. Porque a UNICEF é uma organização internacional beneficente.

Não houve crime nenhum aí, você doou a Rede Globo um dinheiro que realmente foi entregue à Unicef, porém é descontado na Receita Federal como doação da Rede Globo e não sua.

A UNICEF TEM BONS PRÓPOSITOS E REALIZAÇÕES INTERESSANTES NO BRASIL E NO EXTERIOR. VISITE O SITE www.unicef.org.br CONHEÇA E FAÇA SUA DOAÇÃO DIRETAMENTE: futurocrianca@unicef.org

Matéria foi-me enviada por Amadélia Lopes.

Obrigado Amadélia!

Jesus Fonseca

domingo, novembro 12, 2006

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Sobre os textos de Rainério e Jesus.

A Verdade que liberta
( Reynollds Augusto )





Eu aprendi que viver empiricamente os demais momentos é de grande valia para todos nós.É por eles que chegaremos ao âmago das verdadeira intenções.É por ele que identificaremos onde se encontra o lodo por trás das intenções.
As considerações de Rainério e a impressão abalizada de Jesus nos faz ver que existem muitos pastores que encontraram o pote de ouro e como a maioria das pessoas apenas procuram a religião para que ela possa resolver seus problemas, surge a troca perfeita.Principalmente através das denominações chamadas igrejas neo-pentecostais e isso acontece porque o homem ainda não está devidamente espiritualizado para entender a proposta do mestre Jesus, que foi e é um espírito que vê o que nós não podemos ver, e sabia o que –ainda- não podemos saber. Tudo é uma questão de tempo.Tudo é uma questão de evolução.

Lembro-me muito bem que quando adolescente - E ISSO NÃO FAZ MUITO TEMPO,ah!ah!- fui convidado por “meu gerente “ do Banco do Brasil para conhecer o espiritismo. A princípio relutei - em silêncio é claro - pois vinha á mente áquelas estórias que você conhecem.Mas, era uma chance de “puxar o saco” do chefe.O nosso amigo Bandeira se lembra, foi naquela época que despertei para o conhecimento dessa filosofia de vida maravilhosa.

Pois bem, fui com medo ,e na primeira reunião pública fiquei encantado com a propositura dos seus postulados e ate hoje e com certeza até atingir o ápice dos meus objetivos espirituais, nessas próximas centenas de milhares de anos ( é isso mesmo ainda sou muito atrasado) estarei levantando essa bandeira.
Me permitam cometer um exagero: Eu acho que no só existem dois tipos de pessoas no mundo: Os que são espíritas e os que ainda serão. Pode até ser que não seja espírita na religião espírita, mais serão em qualquer religião com as idéias espíritas ,porque é a verdade.E o que está certo está certo em qualquer lugar.Religião é convenção humana , nem sempre respeitável. O espiritismo não contem engodo, não engana, não falta com a verdade.Você pode até encontrar algum espírita que enganado tenta enganar os outros, mais isso é problema dele. Não é com o espiritismo.Vai se ver com a vida.

O fato, meus amigos de Itaporanga- beleza que vive no nosso mundo íntimo onde quer que estejamos- é que muitos revela, o desejo de aderir ás novas idéias ,mas é mero fogo de palha , mera empolgação. Conheço muita gente que procura a casa espírita para que ela resolva os seus problemas e quando o espiritismo ensina que cada um precisa se esforçar para resolvê-los com dignidade, mudam de direção. O povo quer é mágica é “milagre” ,pensam que os espíritos resolvem tudo.Coitados, estão na dificuldade de resolver os seus próprios problemas imaginem os dos outros.Foi por isso que Jesus disse “aquele quer seguir-me de verdade, tome a sua crua e siga-me”.
O que temos é nosso, ninguém nos tira, tudo serve para o nosso aprimoramento e Deus sabe porque precisamos de tudo aquilo.O que a religião pode fazer é colocar uma “almofadinha” para diminuir a dor.
Lembro muito bem – leitura evangélica – que um escriba (uma espécie de sabe tudo ) perguntou a Jesus:
- Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores! ( tem muita gente fazendo isso da boca prá fora).
Certamente Jesus percebeu inconfessáveis interesses pessoais naquele intérprete da lei mosaica, porquanto respondeu:

- As raposas têm seus convis e as aves do céu seus ninhos, mas o filho do homem ( referindo-se a ele) não tem onde reclinar a cabeça.

A verdadeira religião é a comportamental , é da revolução interior. É sermos hoje, melhores do que ontem e amanhã melhores do que hoje.É ser “perfeito” como perfeito é o vosso Pai Celestial que está nos céus (Jesus). Todo o resto é ornamentação que encanta e engana os desavisados.PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA!

sábado, novembro 11, 2006

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JESUS S. FONSECA: Ratifico as palavras de Rainério

Por: Jesus Soares da Fonseca

Ratifico o pensamento de Paulo Rainério sobre a mensagem do Pastor R.R. Soares - “Um avião só pode cair se não houver nenhum justo dentro dele” – quando com muita propriedade diz que “não foram feitos testes de controle para verificar a hipótese".

R. R. Soares ou Romildo Ribeiro Soares é um capichaba da cidade de Muniz Freire. Foi fundador, juntamente, com seu cunhado, Edir Macedo da Igreja Universal do Reino de Deus. Em 1980, notando o carisma e o poder de persuasão de que era dotado, separou-se do Sócio da Universal para fundar sua própria Igreja, hoje, espalhada pelo Mundo inteiro com o nome de Igreja Internacional da Graça de Deus. Trata-se de uma Seita Evangélica Neo-Pentecostal.

Acredito que muitos já tiveram oportunidade de ver R. R. Soares, na Televisão, fazendo suas pregações. É uma pessoa Tranqüila, Calma, com um carisma impressionante, passando-nos a impressão de um “homem de Deus”, bem compenetrado, mostrando-se bem seguro naquilo que prega.

Certa feita, como sou curioso e como gosto de saber o que acontece por trás das paredes, ou mesmo, dentro delas, resolvi assistir um programa deste Senhor que prega a palavra de Deus. Os temas, mais ou menos corriqueiros, eram os mesmos como acotecem em quase todos os templos de ordem Cristã. A interpretação da Bíblia e da palavra de Jesus, etc.. Então, quando todo fiel estava embriagado com o dom daquele profeta, daquele santo pregador, condutor fiel dos ensinamentos do Mestre, - Paz, Amor, Caridade - surgiu a primeira injeção cerebral em forma de uma estoriazinha “boba”, “inocente”, sutil, mais ou menos assim: -

“Meus irmãos, filhos de Deus! O dízimo é uma coisa sagrada! Ele enaltece o fiel perante a graça de Deus! O fiel crente na palavra de Deus, carente do fogo do Espírito Santo, não pode e não deve se agarrar, em demasia, ao material, tornando-se, muitas vezes, um perdulário nas coisas terrenas, mas, se esquecendo das coisas espirituais. Como frisei, o dízimo é uma coisa sagrada! Quando você o pratica está agradecendo a Deus por tudo aquilo que Ele lhe propicia no dia a dia.

Vou-lhes contar um fato interessante e que minhas palavras caiam bem dentro de seus corações para muitas reflexões! Pois bem! Uma Senhora, quando em vida, era possuidora de grandes fortunas! Tinha aos seus pés, tudo que queria! Esbanjava de sua riqueza, arrodeada daqueles que a bajulavam por conta de sua abundância. Era recebida, com pompas, com festas aonde chegasse. Um dia, como todo mortal, ela partiu desta vida. Falar de seus funerais é querer contar um filme que todos já assistiram! Apenas lhes digo, foi um luxo! Chegando ao outro mundo, um anjo a recebeu, normalmente, como faz, diariamente, com aqueles que ali adentram. Colocou-a num quartinho, meio escuro, simples, vazio! Ela, então, protestou: -
Não estou acreditando! O senhor me colocou numa pobreza desta?
O Anjo, calmamente, explicou – Minha Senhora, lá na terra, a senhora era dona de grandes fortunas, mas, nunca sequer, a Senhora deu algum centavo de sua riqueza, como esmola, como óbulo para a Casa de Deus. Assim, portanto, a Senhora tem, aqui, o lugar que construiu! “

Risos, aplausos, palmas, foi o que se ouviu depois desta pregação. Como eu a estava assistindo através da TV, não posso informar que vi alguem metendo a mão no bolso e pagando seu dízimo, sei, apenas, que, até, veio-me a vontade de fazê-lo, também, se estivesse por lá!

Assim, a palavra de Deus tornou-se, para os profetas hodiernos, um meio de vida satisfatório, gerador de capitais inconcebíveis para nós mortais.

R. R. Soares é um tanto pretensioso em relação a outros segmentos cristãos e, mesmo, a outras Religiões, eu diria, até, preconceituoso. Ele é autor de vários livros, entre eles, o Espiritismo a magia do engano.

O trecho, a seguir, faz parte deste compêndio: -
“O espiritismo necessita, em nosso país, de um tratamento especial por parte dos verdadeiros cristãos. É doloroso observar as estatísticas segundo as quais cerca de 60% da nossa população se envolve de alguma forma com a "religião do Diabo.".
Há muito tempo venho desejando escrever alguma coisa sobre o Espiritismo. NO meu trabalho, na obra de Deus, tenho tratado de pessoas envolvidas com espíritos. Tenho tido experiências marcantes com essas pessoas. Sempre me senti indignado ao observar que, em nossa pátria, milhões de brasileiros estão, inocentemente ou não, servindo Satanás. O grande engodo é que está por trás do Espiritismo precisava ser colocado a descoberto.”.

Em outra obra, OS PROFETAS DAS GRANDES RELIGIÕES, ele escreve: “Dizendo-se enviados de Deus, eles dominaram nações e mudaram profundamente a história da humanidade. No desempenho de sua missão, não mediram esforços. Alguns abandonaram o luxo e o convívio social em busca de uma revelação superior. Foi o caso de Buda. Outros como Confúcio, percorreram grandes distâncias ensinando virtudes cívicas. Maomé, vocaciona por Alá, uniu tribos árabes. Ele inspirou as hordas a atravessarem a África e a se instalarem na Península Ibérica”.

Quando eu estive em São Paulo, o ano passado, mais ou menos por esta época, fiquei encantado com a suntuosidade de seu Templo, situado entre Vila Mariana e Moema. É uma obra arquitetônica monumental! É lindo pela frente, por trás, pelas laterais, é simplesmente deslumbrante!

Agora, eu fico conjeturando com meus “botões” – Coitada da ricaça da pregação! Se ela tivesse cooperado com esta construção, quem sabe, ela não estaria fora daquele quartinho?

sexta-feira, novembro 10, 2006

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Em recente declaração pública, dada no programa “Show da Fé” de 18 de outubro de 2006, onde comentava a recente tragédia do vôo 1907 da Gol, o pastor R.R. Soares, dono da multimilionária empresa Igreja Internacional da Graça de Deus, deixou clara a posição de sua doutrina sobre segurança aeroviária.

“Um avião só pode cair se não houver nehum justo dentro dele”, solucionava o pastor, atribuindo a causa do acidente aos desvios de conduta das mais de 150 vítimas do acidente.

Não foram feitos testes de controle para verificar a hipótese.
por Rainério

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DIOGO MAINARDI, O PITIBUL RAIVOSO DA VEJA




Numa matéria, altamente, esclarecedora, o jornalista Altamiro Borges traça o perfil do mais perfeito idiota, travestido de jornalista que, paulatinamente, vai acumulando processos e mais processos sobre os "ombros", tudo isto, numa tentativa vã de aparecer, de subir no mundo da imprensa.
Jesus Fonseca

Adital - O presidente interino do PT e ex-coordenador da campanha presidencial de Lula, Marco Aurélio Garcia, deu a resposta que estava entalada na garganta de muitos brasileiros. Na semana passada, o "colunista" Diogo Mainardi, o pitbull da revista Veja, solicitou por e-mail uma entrevista exclusiva com o dirigente petista. "Eu gostaria de entrevistá-lo por cerca de quatro minutos para um podcast da Veja. O assunto é a imprensa. Eu me comprometo a não cortar a entrevista. Ela será apresentada integralmente", apelou.

A resposta de Marco Aurélio foi direta: "Sr. Diogo Mainardi, há alguns anos - da data não me lembro - o senhor dedicou-me uma coluna com fortes críticas. Minha resposta não foi publicada pela Veja, mas sim, a sua resposta à minha resposta, que, aliás, foi republicada em um de seus livros. Desde então decidi não falar com a sua revista. Seu sintomático compromisso em não cortar minhas declarações não é confiável. Meu infinito apreço pela liberdade de imprensa não vai ao ponto de conceder-lhe uma entrevista".

Reacionário e preconceituoso convicto

Há tempos que as estripulias deste badalado jornalista da mídia hegemônica mereciam este tipo de reação. Expressão do que há de mais reacionário e preconceituoso na imprensa brasileira, este direitista convicto colecionou inúmeros adversários desde que deixou de escrever banalidades sobre cultura e passou a tratar de temas políticos na sua coluna semanal da revista Veja, na qual escreve desde 1999. Seus cinco livros - um deles sugestivamente batizado de "Contra o Brasil" - e dois filmes nunca tiveram maior repercussão, mas os seus comentários rancorosos na mídia excitaram a direita nativa.

Mais recentemente, ele também substituiu outro renomado elitista, Arnaldo Jabor, no programa Manhattan Connection, da Rede Globo.
Provocador contumaz, ocupou estes espaços midiáticos regiamente pagos para satanizar o governo Lula - "sou um conspirador da elite, quero derrubar Lula, só não quero ter muito trabalho" (Veja, 13/08/05) - e tudo o que possua alguma conotação progressista. Não poupa o MST, o sindicalismo, os intelectuais e as lideranças de esquerda no país e no mundo. Apóia o genocídio dos EUA no Iraque e odeia Fidel Castro, Evo Morales e Hugo Chávez. Prepotente e egocêntrico, ele chegou se gabar de "quase ter derrubado o presidente Lula" e ficou furioso com os milhões de votos dados para a sua reeleição. A exemplo de outro ícone da "nova direita", Reinaldo Azevedo, faz questão de explicitar a sua aversão e nojo ao povo.

"Difamador travestido de jornalista"

No meio jornalístico, Mainardi é visto como um aventureiro, um troglodita, em busca de fama e dinheiro. Também é chamado de fascista por ter criado o seu "tribunal macartista mainardiano", no qual promove uma cruzada leviana contra vários profissionais da imprensa. "Minha maior diversão é tentar adivinhar a que corrente do lulismo pertence cada jornalista", explicou ao anunciar a estréia do seu "tribunal" na Veja em dezembro de 2005. "Tereza Cruvinel é lulista. Dessas que fazem campanha na rua. Outro dia mesmo ela foi vista em Brasília distribuindo santinhos do PT. Paulo Henrique Amorim pertence a uma outra raça de lulistas. Ele é da raça dos lulistas aloprados, dos lulistas bolivarianos.

Ele acha que a primeira tarefa do lulismo é quebrar a Globo e a Veja", afirmou recentemente em sua coluna.
Esta atitude fascistóide já resultou em vários processos na Justiça de jornalistas como Mino Carta e Paulo Henrique Amorim. Mas também lhe rendeu dividendos entre os barões da mídia e a direita. No caso mais famoso e execrável, Mainardi precipitou a demissão do jornalista Franklin Martins da Rede Globo. Na guerra pública travada entre os dois, iniciada após a inclusão do segundo na lista "macartista" da Veja, a poderosa emissora preferiu ficar com o estrume da direita - uma opção de classe. Mas Franklin Martins não levou desaforo para casa. Desafiou publicamente "o difamador travestido de jornalista" a comprovar a "estapafúrdia história de que eu teria uma cota pessoal de nomeações no serviço público", publicada na revista Veja de abril de 2006. Vale a pena reproduzir alguns trechos deste documento:

"Não tem compromisso com a verdade"

"Se qualquer um dos 81 senadores ou senadoras vier a público e afirmar que o procurei pedindo apoio me sentirei sem condições de seguir em meu trabalho como comentarista político. Pendurarei as chuteiras e irei fazer outra coisa na vida. Em contrapartida, se nenhum senador ou senadora confirmar a invencionice do Sr. Mainardi, ele deverá admitir publicamente que foi leviano e, a partir daí, poupar os leitores da Veja da coluna que assina na revista. O Sr. Mainardi topa o desafio? Se não topar, o Sr. Mainardi estará apenas confessando que não tem compromisso com a verdade e deixando claro que não passa de um difamador".

"Nos últimos meses, semana sim, semana não, pelo menos duas dúzias [de jornalistas] foram vítimas de investidas absolutamente desrespeitosas, carregadas de insinuações capciosas contra as suas atividades e carreiras. Mas como ninguém deu pelota para os arreganhos do rapaz - nem os jornalistas, que simplesmente não o levam a sério, nem os leitores da Veja, que já se cansaram de ver um anão de jardim querendo passar-se por um gigante da crônica política -, o Sr. Mainardi decidiu aumentar o calibre de seus ataques. E partiu para a difamação pura e simples".

"Vivemos numa democracia, felizmente. Todos têm direito a defender suas idéias, mesmo os doidivanas, e a tornar públicas as suas posições, mesmo as equivocadas. Em compensação, todos estão obrigados a aceitar que elas sejam criticadas livremente. O Sr. Mainardi, por exemplo, tem a prerrogativa de dizer as bobagens que lhe dão na telha, mas não pode ficar chateado se aparecer alguém em seguida dizendo que ele não passa de um bobo. Pode pedir a deposição do presidente Lula, mas não pode ficar amuado se alguém, por isso, chamá-lo de golpista. Pode dizer que o povo brasileiro é moralmente frouxo, mas não pode se magoar depois se alguém classificá-lo apenas como um tolo enfatuado. Ou seja, o Sr. Mainardi pode falar o que quiser, mas não pode querer impedir que os outros falem".

"Cota social de tolices e o bobo da corte"

"Mais ainda: o Sr. Mainardi é responsável pelo que fala e escreve. Enquanto permaneceu no terreno das bobagens e das opiniões disparatadas, tudo bem. Faz parte da democracia conviver com uma cota social de tolices e, além disso, presta atenção no bobo da corte quem quer. Mas quando o bufão passa a atacar a honra alheia, substituindo as bobagens pela calúnia e as opiniões disparatadas pela difamação, seria um erro deixá-lo prosseguir na sua torpe empreitada. No Estado de Direito, existe um caminho para os que consideram que tiveram a honra atacada por um detrator: recorrer à Justiça. É o que farei nos próximos dias".

"Desde já, adianto que, se a Justiça fixar indenizações por dano moral, o dinheiro será doado à Federação Nacional dos Jornalistas e à Associação Brasileira de Imprensa. Não quero um centavo dessa causa. Não dou tanta importância a dinheiro como o Sr. Mainardi, que já definiu seu próprio perfil: ‘Hoje em dia, só dou opinião sobre algo mediante pagamento antecipado. Quando me mandam um e-mail, não respondo, porque me recuso a escrever de graça. Quando minha mulher pede uma opinião sobre uma roupa, fico quieto, à espera de uma moedinha’. Prefiro ficar com Cláudio Abramo: ‘O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter’. Mas, para tanto, o Sr. Mainardi está incapacitado. Não porque lhe seja escassa a inteligência; simplesmente falta-lhe caráter. A história da moedinha diz tudo".

"Mainardi envergonha os jornalistas"

O "macartismo mainardiano" já causou certa revolta no meio jornalístico - infelizmente, muito aquém do necessário. Um abaixo-assinado foi encaminhado à Central Globo de Jornalismo manifestando "o nosso protesto e preocupação com a demissão do jornalista e comentarista político Franklin Martins, um dos mais qualificados e respeitados profissionais do país. Acusado levianamente por um articulista, cuja missão ‘do momento’ parece ser unicamente agredir profissionais e intelectuais com relevantes serviços prestados ao aperfeiçoamento democrático do país, Martins não teve direito de resposta. Esperamos que a Justiça obrigue esse veículo a atender este preceito básico do jornalismo: ouvir o contraditório".
O Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal também teve a honradez de acioná-lo na Justiça por sua defesa escancarada do assassinato de Hugo Chávez, feita durante o programa Manhattan Connection de setembro de 2005. "Se o pastor protestante dos EUA, Pat Robinson, quiser realmente matar o presidente Chávez, eu ajudo", bravateou.

"Este deplorável episódio exige reflexões severas sobre o papel dos meios de comunicação e dos comunicadores sociais. Diogo Mainardi envergonha os jornalistas brasileiros com essa campanha homicida e revela a natureza intelectual, a estatura moral e o caráter de certa oposição aos dirigentes que empreendem transformações sociais no continente", explicou a nota do sindicato.

A postura leviana de Diogo Mainardi gerou críticas até de Alberto Dines, do Observatório da Imprensa, que costuma fazer o papel de advogado de defesa da mídia venal. Em texto recente, ele foi duro na crítica: "Diogo Mainardi é, na feliz expressão de Luís Nassif, um parajornalista. Um dos muitos revelados nestes meses de crise. Ouviram falar de Carlos Lacerda e imaginaram que basta indignação e nenhum senso de responsabilidade para ganhar o respeito dos leitores. Seus colegas na direção da Veja ofereceram-lhe um isca e ele, faminto de reconhecimento, a abocanhou com voracidade. Quanto mais se entrega ao delírio mais se enreda na armadilha. Há poucos meses puxava o cordão dos que mais recebia mensagens; agora nem aparece no esfarrapado Oscar semanal. O leitor da Veja já não agüenta tanta fanfarronada".

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Poema de Tua Vida

POEMA DE TUDA VIDA
( Um amigo Poeta)

Seja também um poeta,
Faça seu próprio poema,
E Escolha as rimas certas
Que o amor seja o seu tema

Rime o amor com Jesus
E a fé com alegria
Sabedoria com luz,
Tropeço com covardia.

Rime nascer com regresso
E queda com ascensão,
Rime morte com progresso,
Rime dar com perfeição.

Rime o erro com pecado
Um processo natural,
É preciso ter cuidado
Pra não rimar com o mal...

*Poema recebido pela médium Lúcia, da cidade de Catingueira no centro Jesus de Nazareth.Postado por Reynollds.

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O futuro menor homem do mundo


O maior homem do mundo esteve no Brasil para promover o lançamento do Guiness Book 2007. Nós do Linkaqui, sempre preocupados com a minoria, trazemos para você o futuro menor homem do mundo. Ele se chama Khagendra Thapa Magar tem 14 anos mas se parece com uma criança de um ano. Pesa 4,5 quilos. Khagendra é do Nepal e as pessoas de sua vila acreditam que ele é um Deus reencarnado. O rapaz fala e se comporta normalmente, como qualquer adolescente de sua idade. Como diria Cid, é fantástico!

quinta-feira, novembro 09, 2006

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EXPORTAÇÃO DE CARNE BOVINA

Transcrito por Jesus Fonseca
Exportação de carne bovina no ano já rende mais do que em 2005


Conforme notícia de Roberto Samora para a Agência Reuters, a exportação de carne bovina do Brasil no acumulado de janeiro a outubro atingiu 3,19 bilhões de dólares, superando a receita obtida com as vendas externas do produto em todo o ano passado, informou nesta quinta-feira a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes).

Em 2005, a Abiec registrou receita de 3,14 bilhões de dólares. Em relação aos valores obtidos nos primeiros dez meses do ano passado, quando as vendas somaram 2,59 bilhões de dólares, a alta é de 22,8 por cento. O aumento da receita ocorre pela melhora de preços do produto brasileiro no mercado internacional, conseqüência de uma indústria mais bem equipada no país, segundo a Abiec, uma vez que as vendas em volume não cresceram na mesma proporção.

O volume embarcado nos dez primeiros meses de 2006 foi de 1,96 milhão de toneladas (equivalente carcaça), um crescimento de 6,9 por cento em comparação com igual período de 2005. "Os frigoríficos se equiparam e se instalaram em todas as regiões do Brasil, uma estratégia que tem vencido as barreiras impostas por alguns países", disse o presidente da Abiec, Marcus Vinícios Pratini de Moraes, em um comunicado.

Dezenas de países ainda mantêm embargos à carne bovina produzida em alguns Estados, depois que focos de febre aftosa foram registrados em Mato Grosso do Sul e Paraná, no final do ano passado. Um mercado internacional nervoso, segundo Pratini, também ajuda os exportadores brasileiros. De acordo com a Abiec, os irlandeses, que reivindicam ampliação de embargos contra a carne brasileira, causam apreensão nos importadores europeus, "o que provoca compras antecipadas para se protegerem de qualquer decisão negativa da Comissão Européia".

"O Brasil é o único país que recebeu a visita de quatro missões veterinárias da União Européia em um ano e não sofreu qualquer embargo adicional", disse Pratini. Em outubro, as exportações de carne bovina (in natura, industrializada e miúdos) atingiram 221,2 mil toneladas, alta de 44,9 por cento ante as 152 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado. Em receitas cambiais, as vendas somaram 392,3 milhões de dólares, um crescimento de 81,6 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado.

A Abiec destacou em comunicado que as receitas com exportações de carne bovina in natura, pela primeira vez, cresceram mais de 100 por cento ante o mesmo período do ano anterior, para 319,9 milhões de dólares, contra 153,9 milhões de dólares em outubro de 2005. No acumulado do ano, a Rússia aparece como o principal destino de carne in natura do Brasil, com importações de 519 milhões de dólares. O segundo país na lista de in natura é o Egito, gerando receitas de 322 milhões de dólares, seguido por Holanda, Itália, Reino Unido, Argélia e Alemanha.

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MAIOR NÍVEL DE EMPREGO NA CONSTRUÇÃO

Transcrito por Jesus Fonseca
Construção tem maior nível de emprego em 11 anos

Segundo o Canal Executivo, o nível de emprego na construção civil brasileira voltou a subir, sendo o maior desde maio de 1995. Ao final de setembro, o número de empregados formais no setor somava 1,54 milhão de trabalhadores, um acréscimo de 0,95% em relação ao nível de agosto e um crescimento de 10,3% ao longo do ano de 2006, segundo pesquisa do SindusCon-SP e da FGV Projetos, com base nos dados do Ministério do Trabalho.

"Basicamente, esse crescimento se deveu à expansão do segmento imobiliário e, em segundo lugar, ao aumento de obras públicas por conta do período eleitoral", analisa o presidente do SindusCon-SP, João Claudio Robusti. "Agora, estamos na expectativa da prometida expansão na infra-estrutura". Apenas em setembro, o saldo (contratações menos demissões) na construção civil brasileira foi de 14.451 postos de trabalho a mais. No ano, o setor já absorveu mais 143,8 mil trabalhadores. Nos 12 meses terminados em setembro, o saldo positivo é de 124 mil postos de trabalho (+8,76%).

Com um saldo positivo de 2,5 mil empregos, o que representa alta de 0,62% no mês, o nível de emprego da construção civil no estado de São Paulo acumulou 412,5 mil postos de trabalho. Até setembro, o setor registrava aumento anual de 7,2% no nível de emprego e uma elevação de 6,95% no acumulado de 12 meses. Entretanto, o ritmo de crescimento arrefeceu em setembro: em agosto, haviam sido contratadas mais 5,5 mil pessoas e, em julho, outras 4,6 mil. A região de Bauru teve a maior alta relativa do estado, com elevação de 1,67% no nível de emeprego (+208 postos).

Somente em Santo André registrou-se queda relativa no mês (-0,55%), com diminuição de 177 empregos. A abertura de vagas na capital paulista foi responsável por 48% do saldo positivo no estado. Em setembro, o aumento foi de 1.092 vagas, ou 0,56% a mais, em comparação a agosto. Os trabalhadores formais do setor na Capital totalizavam 197,5 mil, no fim de setembro. No ano, a elevação é de 8,8% na cidade de São Paulo e de 8% em 12 meses.

O emprego na construção civil na região Sudeste acumulou mais 6,7 mil vagas, ou 0,8% em comparação ao mês anterior. O Norte e o Nordeste tiveram os maiores aumentos relativos do mês, com crescimentos percentuais de 1,3% nos saldos disponibilizados nas duas regiões.

quarta-feira, novembro 08, 2006

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Protesto

08/11/2006 - 16:02Movimentos protestam contra escândalos na política paraibana
Os movimentos intitulados Paraíba de Luto e Justiça na Paraíba promoveram na tarde desta quarta-feira (9) uma passeata contra o que chamam de "escândalos na política paraibana".
A denominação é uma referência aos supostos crimes eleitorais denunciados durante o recente pleito na Paraíba, como a distribuição dos cheques da Fac, o dinheiro apreendido pela Polícia Rodoviária Federal, os R$ 450 mil jogados pela janela do Edifício Concorde, na Capital, e mais R$ 100 mil apreendidos no domingo da eleição no segundo turno, no mesmo local.
A passeata saiu da Praça da Independência em direção à sede do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), no bairro de Tambiá.
Todos os participantes, segundo cálculo dos organizadores mais de 300 pessoas, estavam vestindo preto (alguns tinham a cara pintada), simbolizando luto pelos últimos acontecimentos.
De acordo com um dos organizadores da passeata, Gledizio Ferreira, o movimento não é político. Eles entregaram uma carta a um funcionário do Tribunal endereçada ao presidente do TRE, Abrahm Lincoln, pedindo que as denúncias sejam apuradas e julgadas, e que os culpados, caso haja, sem punidos com o rigor da lei.Fonte: Petrônio Torres, da 98 FM